segunda-feira, 12 de março de 2012

SEU FILHO ESTÁ SOFRENDO BULLYING? COMO SABER E AJUDAR?


Seu filho está sofrendo  Bullying? Como saber e ajudar?

Mas afinal, o que é o bulllying? É toda situação causada por um colega cuja intenção é colocar apelidos, sacanear, humilhar, assediar, amedrontar, ofender, mandar, causar medo, perseguir.
É importante que pais e professores saibam perceber que o bullying pode estar acontecendo com a criança ou adolescente. A observação do comportamento do aluno que está sofrendo o bullying é fundamental, até mesmo para identificar o causador e acabar com esta situação. A pessoa que sofre tende a ficar angustiada, desencadeando dores emocionais e/ou físicas, gera sofrimento psíquico, sente-se excluída, passa a se isolar e chega a ponto de querer sair da escola. Ao constatar estas situações converse com seu filho, procure identificar o que está fazendo ele ficar tão aborrecido, muitas vezes chorando para não retornar ao ambiente escolar. Depois desta conversa, procure os profissionais da escola e relate os fatos, a fim de auxiliar a resolver esta situação o quanto antes. Pode acontecer também o contrário, isto é, os professores observarem uma mudança de comportamento e chamarem a família para verificar e lhes pontuarem o que estão notando. É importante fazer a criança relatar o que está acontecendo, por qual motivo anda tão aborrecido, isolado. Este é um trabalho que necessita muito do olhar de todos que estão próximos do aluno a fim de ajuda-lo, acima de tudo.
 As pessoas geradoras de bulllying tendem a ser aquelas que são acostumadas a terem suas vontades atendidas, a sensação de poder lhes concede conforto, nas suas casas de alguma forma sofrem intimidações, sendo vistas como bode expiatório, podem ter sido vítimas de algum tipo de abuso, tendem a ser humilhadas pelos adultos, vivem muita pressão para serem as melhores nas atividades que desenvolvem, precisam de muita ajuda ao invés de serem punidas. Esta ajuda não significa passar a mão na cabeça e considerar tudo tranqüilo, é fundamental que exista uma conversa franca, pontuando tudo o que gerou e que não é desta forma que se conquista lugares na sociedade, querendo ser o popular. Geralmente observa-se que pessoas muito mimadas tornam-se agressivas quando suas vontades não são atendidas. Naquelas famílias cujos pais são violentos, existe a falsa idéia de educação, onde estão ensinando seus filhos a serem também violentos. A criança aprende assim a interpretar que a violência é o único recurso para vencer qualquer contrariedade. É muito séria esta questão e a cada dia percebe-se que o índice aumenta nos colégios. O afeto, a coerência das ações dos pais, e da escola auxiliarão profundamente na mudança dos indivíduos. Um ser humano que desenvolve auto-estima de forma normal, sem ser influenciado pela violência aceita que os colegas tenham suas amizades, seus valores, suas características sem necessidade de incomodá-los. Os professores necessitam estar constantemente atentos ao comportamento dos alunos, principalmente, porque se percebe a mudança no seu olhar, na sua atitude. Informar os setores, colocar a situação, comunicar as famílias. Pais, coordenações e professores precisam estar atentos inclusive ao que está  nos sites (Ciberbullying), pois a internet é outro ponto escolhido para tal prática. É fundamental que os praticantes de bullying se retratem diante das pessoas que machucaram, desfazendo o mal que causaram e evitando novas situações. O atendimento com profissional especializado auxilia a dar um fim na situação, fazendo o indivíduo tomar consciência dos seus atos evitando assim que o problema se repita.

 

Vera Regina C. Magnaguagno-
                                                                     Or.Educacional e Psicopedagoga
                                                                                                                                                              E-mail: veracema@brturbo.com.br

POR QUE OS ALUNOS DE HOJE SÃO MAIS AGITADOS?

Esse texto é de minha autoria e já foi publicado no Jornalzinho da Criança. Penso que será de grande utilidade para uma reflexão, inclusive em reuniões de pais. Espero que gostem. Gostaria muito de ler as observações dos leitores,elas contribuem bastante para que a gente possa ajudá-los no seu dia-a-dia. Abraços. Vera M


 

Por que os alunos de hoje são mais agitados?


            Com freqüência escuto de professores a constante preocupação em descobrir quais os motivos que levam os alunos a serem mais agitados atualmente. Por que não conseguem se controlar? Falam constantemente, são inquietos, parece não perceberem a presença do professor entrando na aula. 
O que está por trás disso?
Parando para uma reflexão mais profunda começamos a nos dar conta de que as crianças atualmente, bem como adolescentes e até mesmo adultos, tem sede de contato humano. De um lado temos uma nova constituição familiar, onde os membros pouco se falam, trabalham muito e os filhos são criados sozinhos ou por outras pessoas (parentes, empregadas, escolinhas). Em contra partida a sociedade cresceu e com elas veio a violência, a insegurança tão grandes que impediram que as pessoas pudessem viver suas fases de infância como seus pais o fizeram, brincando na rua com tranqüilidade, deslizando em carrinhos de lomba, jogando bolitas, brincando de esconder, jogando bola, conversando com os amigos. Hoje, todos vivem cercados por grades, mantendo um contato virtual, com jogos eletrônicos constantemente. Os pais ficam muito tempo no trabalho, quando chegam, já cansados, jantam, assistem um pouco de televisão e se preparam para o merecido descanso e mais uma jornada. Será que lembraram de ter uma conversinha com os filhos? Aquela conversa sobre respeito, o que é certo e errado aonde foi parar?Como foi seu dia na escola?  Assim passam-se os dias e quando percebem os filhos cresceram.E muitos cresceram sem limites, sem educação. Na sala de aula a agitação é intensa, os professores ficam esgotados solicitando o tão esperado silêncio para poder propor as atividades do dia. Na fila vê-se muitos empurrões, alunos gritando, a dificuldade da disciplina. Mas afinal, não podemos esquecer  que as crianças,praticamente, só tem contato com outras crianças na escola e fica difícil controlar a emoção de querer brincar e ter que ficar quieto estudando. Para muitas famílias existe um pensamento errôneo e distorcido de acreditar que cabe aos professoresa a função de educar. Para os adolescentes além de estar agregado o fator distância do outro, estão as mudanças internas e externas que estão vivendo, com lutos de infância, um corpo que se diferencia a cada dia, agitando-os ainda mais. Entretanto, apesar de toda esta confusão, pois, diga-se de passagem, não é fácil controlar toda esta situação, constata-se que professores que desenvolvem o vínculo nas suas aulas tem maior chance de alcançarem seus objetivos. Observa-se o brilho dos olhos dos alunos quando o professor começa a relatar fatos que vivenciou. As pessoas têm sede de histórias, de contato humano. É fundamental que os professores solicitem aos alunos que peçam aos pais para relatarem fatos que viveram ao longo de suas vidas nas atividades sugeridas, além de tornar a atividade mais interessante, é uma forma de aproximar as famílias de seus filhos, fazendo com que aprendam a valorizar tudo o que conquistaram, bem como a começarem a desenvolver seus projetos de vida. O diálogo, os laços de confiança e de companheirismo necessitam ser desenvolvidos tanto em casa, quanto na escola. Os professores que se permitirem tal aproximação não perderão o respeito de seus alunos, pelo contrário, serão admirados por estes, bem como os pais também. Vivemos uma época em que as pessoas necessitam sentir que estão junto com outras pessoas que as admiram, que estão ali para construírem juntas, apontar observações que as farão crescer também. É claro que não se podem descartar as situações especiais que toda escola tem e que necessitam um acompanhamento especializado, muitas vezes com medicação. Trabalhos envolvendo o corpo, momentos de troca na sala de aula, onde os alunos aprendam a ouvir a opinião dos colegas são de suma importância para auxiliar a todos. Atualmente temos muitas famílias, cujos pais apenas residem na mesma casa, mas que no fundo não conhecem sequer as características dos filhos. Cabe lembrar também o quanto as crianças se sentem esquecidas, quando na hora que todos os colegas vão para casa com seus pais, têm aquelas famílias que depois de muito tempo (por algum imprevisto ou outra situação) virão buscar seus filhos na escola. Muitos choram sentindo-se desamparados, por mais que contem com as pessoas que atuam na equipe da escola. Pai e mãe são insubstituíveis, o amor destas pessoas então, nem se fala. Nada como o aconchego  da casa da gente, naquele momento em que todos estão cansados e com necessidade de ter a certeza de que pertencem aquele lar, dar uma boa gargalhada, um abraço e que tal,  contar uma história de quando os pais eram crianças?
Vera Regina C. Magnaguagno-
                                                                     Or.Educacional e Psicopedagoga
                                                                                                                                                             


        

TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO e HIPERATIVIDADE

Eis aqui algumas informações importantes a serem observadas nas pessoas que apresentam essa situação. Saliento que nem todo indivíduo que apresenta o déficit de atenção, necessariamente será hiperativo. Alguns apresentam as duas situações, outros não. As fontes de consulta estão devidamente postadas também.



TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO/HIPERATIVIDADE (TDAH)

a)O que é?
O Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) é um distúrbio biopsicossocial caracterizado por inúmeros problemas relacionados com a falta de atenção e impulsividade.
 O TDAH interfere na habilidade da pessoa de manter a atenção- especialmente em tarefas repetitivas- de controlar adequadamente as emoções e o nível de atividade, de enfrentar conseqüências consistentemente e, principalmente, de agir sob o domínio do impulso, sem que haja tempo para o autocontrole. Pessoas com TDAH até podem saber o que deve ser feito, mas não conseguem fazer aquilo que sabem devido à inabilidade de realmente poder parar e pensar antes de reagir. Não importando o ambiente ou tarefa, agem pelo impulso, sem conseguir pensar nas conseqüências da ação.

 b) Principais características:
  1. Tipo desatento.
a) Dificuldade em manter atenção.
b) Não enxerga detalhes ou faz erros  por falta de cuidado.
c) Parece não ouvir.
d) Dificuldade em seguir instruções.
e) Dificuldade na organização.
f) Evita/ não gosta  de tarefas que exijam um esforço mental prolongado
g) Freqüentemente perde os objetos necessários  uma atividade.
h) Distrai-se com facilidade.
i)  Esquecimento  nas atividades diárias.

2.Tipo hiperativo/impulsivo.
a)     Inquietação, mexendo as mãos e os pés ou se remexendo na cadeira.
b)    Dificuldade em permanecer sentado.
c)     Corre sem destino ou sobe nas coisas, excessivamente.
d)    Dificuldade em engajar-se numa atividade, silenciosamente.
e)     Fala excessivamente.
f)     Responde a perguntas antes de serem formuladas.
g)    Age como se fosse movido a motor.
h)     Dificuldade em esperar a  sua vez.
i)      Interrompe e se intromete.

3.Tipo combinado
a)     Caracterizado pela criança que apresenta os dois conjuntos de critérios dos tipos desatento e hiperativo/impulsivo.

4.Tipo não especificado
a) A criança apresenta algumas características , mas um número insuficiente de sintomas para se chegar a um diagnóstico completo. Esses sintomas, no entanto, desequilibram a vida diária da criança.           
            Se a pessoa estiver apresentando no mínimo seis das características apresentadas nos tipos 1 e 2, ou, ainda, as características citadas nos tipos 3 e 4, é aconselhável procurar um profissional especializado para realizar uma avaliação minuciosa.

c)Causas
            O Transtorno de Déficit de Atenção está relacionado ao desajuste dos neurotransmissores, reguladores de atividades dos mecanismos da atenção e da concentração.  Existem casos avaliados por médicos e psicólogos, em que os pacientes apresentam  sintomas de hiperatividade quando estão presentes problemas ligados a fatores ambientais e sociais.  A genética é o fator básico na determinação do surgimento dos sintomas do Transtorno de Déficit de Atenção. A incidência é maior no sexo masculino.

     d) Conseqüências
            Geralmente, o transtorno é diagnosticado  pela primeira vez durante as primeiras séries, quando o ajustamento à escola está comprometido. Enquanto isso não ocorre, a criança poderá sofrer as seguintes, conseqüências.

a)      Ser rotulada de bagunceira, desorganizada, desordeira, barulhenta, sem capacidade para estudar, preguiçosa, etc.
b)      Dificuldades em fazer amigos, sendo uma criança que atrapalha as aulas, não pára, não ouve, não obedece, e, algumas vezes, é agressiva, acabando por ser rejeitada pelas outras crianças.
c)      Baixar sua auto-estima, pois apesar de ser uma  criança com potencial, não consegue aprender satisfatoriamente o que lhe é proposto e não consegue ter amigos; então, se sente desvalorizada e diferente das outras crianças.
d)      Mudanças regulares de turmas, professores e até de colégios.
e)      Dificuldade para o aprendizado e até repetências.
f)       Emocional abalado por não entender o que acontece com ela, pelas rejeições, e por não conseguir aprender como as outras crianças.

Fonte: Por que meu filho não aprende?
Cristiane Cador Sana –Editora Eko


Dicas gerais aos pais


1.Pensar antes de agir
Não esqueça de que você é o modelo de identificação de seu filho, o bom senso tem de prevalecer. É difícil pedir para  ele pensar antes de agir se você age antes de pensar.

2.Use o reforço positivo antes da punição
Frente a um comportamento indesejado, como a constante dificuldade. Procure exercitar a capacidade de antecipação de problemas. Frente a uma situação potencialmente complicada, como a hora de estudos, antecipe o que você acha que vai ocorrer.
Por exemplo, que ele vai rapidamente se desinteressar pela tarefa proposta, dispersar-se com outros estímulos (como a televisão ligada), ou ficar “viajando” nos pensamentos. Antes de iniciar a tarefa, discuta com ele o que ele acha que irá acontecer. Incentive que participe na decisão sobre as estratégias que irão ser implementadas. Quanto tempo ele acha que necessitará para acabar a tarefa proposta, onde ela deve ser feita, se a televisão deverá ou não ficar ligada, ou que tipo de reforço positivo pode ser oferecido, caso ele consiga cumprir o que foi determinado. A idéia é que vocês estão formando uma equipe para enfrentar as dificuldades e não a de que estão jogando uma partida em lados opostos. Qualquer time define a estratégia de jogo antes de a partida começar. Para isso, antecipa os problemas e dificuldades que irá enfrentar.

3.Estabeleça uma comunicação clara e eficiente
Seguindo o exemplo da partida, as regras do jogo devem estar claras para os participantes. Estabeleça de forma clara os  limites toleráveis para o comportamento do seu filho. As instruções devem ser passadas e os pedidos feitos um a um e relembrados sempre que possível. Um cartaz auxilia bastante ou um quadro onde se coloque as regras mínimas de funcionamento, de forma clara, bem como as instruções de cada dia.


4.Proporcione uma atividade física regular para o seu filho
A atividade física regular é fundamental para qualquer criança. É mais importante ainda naquelas com este Transtorno, especialmente quando os sintomas de hiperatividade são mais intensos. Escolha atividades e jogos nos quais ela possa aprender e conviver com regras e limites. Esta é uma oportunidade de ela gastar energias de uma forma produtiva!


ESTRATÉGIAS ESPECÍFICAS PARA O MANEJO DE COMPORTAMENTOS


1.PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES FUTURAS

            Crianças com TDAH têm muita dificuldade para o planejamento de atividades futuras. É comum que subestimem o tempo necessário para o desenvolvimento da tarefa específica, em especial se ela não for de interesse imediato para a criança. Seguidamente, ao receberem a data de uma prova não conseguem estabelecer um planejamento de estudo para a mesma.
            Uma estratégia que se tem mostrado bastante eficaz para lidar com este problema é a de construção de um calendário semanal de atividades de estudo. Em primeiro lugar, construa um calendário contendo todos os dias da semana com a criança ou adolescente. Isso pode ser feito com uma folha de cartolina, em um quadro. É importante que o calendário fique no quarto da criança em local visível. No domingo à tarde ou à noite, antes de iniciar a semana, sente com a criança. Estabeleça com ela um período diário de estudo de no mínimo 30 minutos e de no máximo uma hora de segunda a sexta-feira. Duas coisas são importantes nessa combinação:
a)     Em cada dia da semana, o horário de estudos pode variar de acordo com os outros compromissos da criança, mas deve ser estabelecido previamente no domingo para cada dia da semana; assim, na segunda-feira, pode ser, numa determinada hora e na terça em outra, a família programa junto com a criança ou adolescente;
b)    Deixe a criança escolher o horário que parecer melhor. É importante que ela participe ativamente deste exercício de planejamento. Estabelecidos os horários de estudo, é fundamental que eles sejam mantidos e não renegociados a cada dia. Isso irá ajudá-la a  desenvolver um planejamento previsível de atividades. Ainda no domingo, peça que a criança ou adolescente escolha uma matéria que irá ser estudada ou revisada para cada dia, levando em conta os trabalhos e provas daquela semana. A partir disso, construa com ela o calendário de atividades da semana. Por exemplo, na segunda, das 14 às 15h, estudará português; na terça-feira, das 17 às 18h, será matemática, porque na quarta ela terá prova; e assim por diante. No canto do calendário, ela deve colocar os dias de prova e entrega de trabalhos para a semana. Procure providenciar que algum adulto possa estar presente em casa nos horários diários escolhidos. É importante que ela possa contar com alguém se tiver dificuldades com a tarefa, ou para organizar-se. Lembre-a do horário de início a cada dia. Combine com ela um reforço positivo para cada dia que ela conseguir seguir a combinação feita (pode ser um passeio, um programa na televisão,  um horário para jogar videogame ou alguma atividade extra com você, na medida que o programa estiver em andamento. Com adolescentes o reforço positivo pode ser semanal e não diário.  No dia em que a criança não conseguir estudar no horário proposto, evite barganhas e bate-bocas intermináveis. Assinale para ela que não conseguiu cumprir o combinado e que, portanto, não terá direito ao reforço positivo daquele dia. Demonstre sua confiança de que no dia seguinte ela irá conseguir.

ATENÇÃO SUSTENTADA

      As crianças e adolescentes com o Transtorno têm  muita dificuldade em manter a atenção em uma tarefa por um período longo, especialmente se não lhe parece atrativa. É por essa razão que enfatizamos um horário de estudos diário de no máximo uma hora no programa descrito anteriormente. Quanto menor a criança menor deve ser o período de tempo exigido em uma atividade. Se necessário, divida o tempo de estudo diário em dois horários intercalados por um período livre. Os pais, com freqüência, mobilizados pela irritação e frustração de verem a criança não cumprir as combinações de estudo, optam por colocá-las de castigo, estudando horas a fio. Isso normalmente é ineficaz e transforma o estudo em algo ainda mais desprazeroso.

ATENÇÃO FOCALIZADA


O ambiente de estudo ser o mais quieto possível, longe de estímulos que possam incentivar a sua distração, como a televisão ligada ou uma janela de frente para a rua, onde outras crianças estão brincando. Não se esqueça de que o local de estudo deve ser bem iluminado e arejado.

COMPORTAMENTO HIPERATIVO E/OU IMPULSIVO


A melhor  estratégia para lidar com a hiperatividade e a impulsividade destas crianças e adolescentes baseia-se no princípio geral já discutido de reforço positivo para o comportamento esperado. Estimule constantemente a criança a parar e pensar em soluções alternativas frente a uma situação-problema.

Fonte de consulta: Transtorno de Déficit de Atenção-Hiperatividade
                               O que é? Como ajudar?
Autores: Luís Augusto P. Rohde e Edyleine B.P. Benczik
Editora: Artes Médicas